Ter-se-ia: a Alemanha derrotada e condenada a pagar por tudo, a Rússia humilhada, a França e Inglaterra insatisfeitas. Dessa forma, a Segunda Guerra Mundial estava garantida!
O fato interessante é que o epicentro do assunto após noventa anos ainda é o prejuízo que o conflito causou a esses estados - qual se deu bem ou mal.
O que não tem sido percebido é a questão humana, as baixas ocorridas nesse conflito(viraram estatística de guerra), e a situação de terror para as pessoas envolvidas nele. Situações como esta, não são levadas em conta:
"Estamos tão exausto que dormimos, mesmo sob intenso barulho. Ninguém se importa conosco. Não somos substituídos. Os aviões lançam projéteis sobre nós. Ninguém mais consegue pensar. As rações estão esgotadas. É o próprio inferno" (trecho de uma carta encontrada no bolso de um soldado alemão).
Soldados lutaram movidos pelo nacionalismo - foram longos quatro anos de batalhas. Nesta semana nações como Inglaterra e França lhes prestaram “homenagens”. Na França lembrou-se a batalha de Verdun e o presidente Nicolas Sarkozy aparecia sorrindo junto de sua esposa, como se o momento não lembrasse dor e sofrimento. Na Inglaterra a Família Real fez o seu bom e velho “social”. Já a Alemanha deu abertura ao seu carnaval, uma de suas maiores festas. Noventa anos depois se pode notar que exemplos só ficaram os econômico-financeiros e que o homem, ainda, é mão-de-obra de guerra. A Segunda Guerra Mundial aconteceu e caminhamos para uma terceira e tudo que os lideres mundiais conseguem ver, é: soberania, poder e riquezas naturais. Sábias foram as palavras de Platão: “Só os mortos conhecem o fim da guerra".
O fato interessante é que o epicentro do assunto após noventa anos ainda é o prejuízo que o conflito causou a esses estados - qual se deu bem ou mal.
O que não tem sido percebido é a questão humana, as baixas ocorridas nesse conflito(viraram estatística de guerra), e a situação de terror para as pessoas envolvidas nele. Situações como esta, não são levadas em conta:
"Estamos tão exausto que dormimos, mesmo sob intenso barulho. Ninguém se importa conosco. Não somos substituídos. Os aviões lançam projéteis sobre nós. Ninguém mais consegue pensar. As rações estão esgotadas. É o próprio inferno" (trecho de uma carta encontrada no bolso de um soldado alemão).
Soldados lutaram movidos pelo nacionalismo - foram longos quatro anos de batalhas. Nesta semana nações como Inglaterra e França lhes prestaram “homenagens”. Na França lembrou-se a batalha de Verdun e o presidente Nicolas Sarkozy aparecia sorrindo junto de sua esposa, como se o momento não lembrasse dor e sofrimento. Na Inglaterra a Família Real fez o seu bom e velho “social”. Já a Alemanha deu abertura ao seu carnaval, uma de suas maiores festas. Noventa anos depois se pode notar que exemplos só ficaram os econômico-financeiros e que o homem, ainda, é mão-de-obra de guerra. A Segunda Guerra Mundial aconteceu e caminhamos para uma terceira e tudo que os lideres mundiais conseguem ver, é: soberania, poder e riquezas naturais. Sábias foram as palavras de Platão: “Só os mortos conhecem o fim da guerra".
(Introdução embasada no Livro "O séc.XX, vol.1, págs 233 a 251)
Por: Tiago Ferrari
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